Ouça o meu programa Falar Poesia ÁS SEGUNDAS E QUARTAS-FEIRAS na RÁDIO RAIZONLINE
Escute hoje na Rádio Raizonline, o meu novo programa “Falar Poesia” das 22h ás 24h (hora de Portugal), acessando aqui:
http://raizonline.listen2myradio.com/
Entrevistas, (ESTA SEMANA COM O FADISTA CANADIANO LUSO-DESCENDENTE, PAULO FILIPE) poesia declamada e boa música!
Podem comunicar comigo no horário do programa adicionando o menseger da rádio em:
raizonline@hotmail.com
Este programa será transmitido de novo em especial para o continente americano, ÁS QUARTAS-FEIRAS NOS HORÁRIOS DE: 21 ás 23h (horário do Canadá) ou 22 ás 24h (horário do Brasil) e madrugada de quinta-feira das 02h ás 04h em Portugal.
ESPERO POR VÓS...
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segunda-feira, agosto 16, 2010
domingo, agosto 08, 2010
NÃO QUERO LIGAR-TE TELEVISÃO
Não quero te ligar televisão
Fazer você falar das guerras
Que deixam dizimadas as terras
Tudo por uma diferença de visão!
Não quero ter a ilusão
Que estão a procurar a paz
E que tudo que o homem faz
É por necessária razão!
Por que tanta tensão
Em busca da verdade suprema
Se a felicidade é um tema
Basta procurar com atenção…
A paz e harmonia e concórdia são
Do bem as únicas estradas
As noticias tão desejadas
Temo, jamais por ti chegarão…
João Furtado
Fazer você falar das guerras
Que deixam dizimadas as terras
Tudo por uma diferença de visão!
Não quero ter a ilusão
Que estão a procurar a paz
E que tudo que o homem faz
É por necessária razão!
Por que tanta tensão
Em busca da verdade suprema
Se a felicidade é um tema
Basta procurar com atenção…
A paz e harmonia e concórdia são
Do bem as únicas estradas
As noticias tão desejadas
Temo, jamais por ti chegarão…
João Furtado
quinta-feira, agosto 05, 2010
QUERO BRINCAR E NINGUEM ME ENTENDE
Quero brincar e ninguém me entende
E se sério ficar estático e lúcido e consciente
Todos com ou sem pena julgam-me carente
Por qualquer pedido a minha mão se estende
Em busca da máscara do palhaço assistente
E eu , cá que sou tão perfeitamente inocente
De portador da mais louca mente
Sou chamado apenas por estar contente!
João Furtado
E se sério ficar estático e lúcido e consciente
Todos com ou sem pena julgam-me carente
Por qualquer pedido a minha mão se estende
Em busca da máscara do palhaço assistente
E eu , cá que sou tão perfeitamente inocente
De portador da mais louca mente
Sou chamado apenas por estar contente!
João Furtado
quarta-feira, agosto 04, 2010
MEU PARDAL MADRUGADOR
Meu Pardal madrugador
De onde vens tão barulhento
E porque estás tão cheio de alento
E ignorando a minha tamanha dor…
Pardal se no silêncio quedo neste assento
Cheio de saudades dos que partiram e triste
Os meus olhos choram… Tu não sentiste…
Pardal vai deixa que só fique neste aposento!
Pardal para de chilrar e vai-te, tu não desistes?
Dá-me um pouco, mínimo, ínfimo de sossego
Deixa-me viver na mágoa em que me entrego
Alheio ao mundo e tudo em que consiste!
Que me importa se aumento o desemprego
Na antiga Europa, a nova “El dourado”
De nós os Africanos, todos desesperados
Ilegalizados e espancados… eu, o meu ego…
Dizes que imagens dos bebes arrastados
E também suas mães por policias na França
Está a matar toda a esperada esperança
Dos direitos humanos desejados…
E que continua a haver matança
Canibal no oriente médio
E que o ser humano cria ódio
E existe cada vez mais vingança…
Pardal, isto vem desde tempo primórdio
O homem sempre foi do homem predador
Deixa-te de queixar… mesmo com todo ardor
Nas palavras por ti posta não alterara o meu princípio!
Continuarei cá com a minha dor
Não aumentarei nela nem uma gota
Que muita alta é a minha quota
De sofrer por mim e por meu amor!
João Furtado
De onde vens tão barulhento
E porque estás tão cheio de alento
E ignorando a minha tamanha dor…
Pardal se no silêncio quedo neste assento
Cheio de saudades dos que partiram e triste
Os meus olhos choram… Tu não sentiste…
Pardal vai deixa que só fique neste aposento!
Pardal para de chilrar e vai-te, tu não desistes?
Dá-me um pouco, mínimo, ínfimo de sossego
Deixa-me viver na mágoa em que me entrego
Alheio ao mundo e tudo em que consiste!
Que me importa se aumento o desemprego
Na antiga Europa, a nova “El dourado”
De nós os Africanos, todos desesperados
Ilegalizados e espancados… eu, o meu ego…
Dizes que imagens dos bebes arrastados
E também suas mães por policias na França
Está a matar toda a esperada esperança
Dos direitos humanos desejados…
E que continua a haver matança
Canibal no oriente médio
E que o ser humano cria ódio
E existe cada vez mais vingança…
Pardal, isto vem desde tempo primórdio
O homem sempre foi do homem predador
Deixa-te de queixar… mesmo com todo ardor
Nas palavras por ti posta não alterara o meu princípio!
Continuarei cá com a minha dor
Não aumentarei nela nem uma gota
Que muita alta é a minha quota
De sofrer por mim e por meu amor!
João Furtado
quinta-feira, julho 29, 2010
domingo, julho 25, 2010
QUE PRESENTE APRECIADO ( DA POETA MARIA DA FONSECA)

QUE PRESENTE APRECIADO!
Maria da Fonseca
Ameixoeira bendita
Mas que belos frutos dás!
Macios, doces, saborosos,
Do que meu Deus é capaz!
Agora ‘stão no cestinho
Já maduros, tentadores,
Como resistir-lhes posso,
Sendo assim prometedores.
São jóias da Natureza
Que a minha Amiga ofertou.
Outras pendentes do ramo,
O meu olhar alegrou!
Ameixas ‘scuras, vermelhas,
Redondinhas, sumarentas,
Da mão à boca num ai.
Pois se é assim que me tentas!
Com o cestinho vazio
Eu tas venho agradecer.
Se mais tiveres pra dar
Não as deixo apodrecer.
Cerejas da Gardunha (da poeta Maria da Fonseca)

CEREJAS DA GARDUNHA
Maria da Fonseca
A rolar entre pomares
Na quente Cova da Beira
Estávamos curiosos
Para ver a Cerejeira.
Encontrámo-la feliz,
Carregada de cerejas,
As folhas verdes dos ramos
Resguardando-as, benfazejas.
De seus pezinhos suspensas
Eram uma tentação,
Vermelhas e madurinhas,
Milagre da Criação!
Não pudemos resistir
A colhê-las, que pecado,
Do ramo encantador
Sobre o muro debruçado.
Lindas e doces cerejas
Saboreámos, meu Deus!
Logo pensámos trazê-las,
Mas nossas não eram, céus!
Presto saímos dali,
O Sol a pino escaldava,
E o impulso de as roubar
Mais ainda nos queimava.
E se as quisemos trazer
Tivemos que as comprar,
As cerejas da Gardunha
Gostosas ao regressar!
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